*O Príncipe das Trevas*
No inferno, um trono se ergue
Onde o medo e a dor se reúnem
Um ser de poder, de astúcia e maldade
O Diabo, o rei da adversidade
Seus olhos vermelhos, como carvões em brasa
Ardem com uma fúria sem pausa
Sua risada, um trovão que estremece
O mundo, um palco para suas façanhas
Com um sopro, ele cria a discórdia
E semeia a dúvida e a ignorância
Seus seguidores, almas perdidas e cingidas
Pelo seu poder, são dominadas e vencidas
Ele é o pai da mentira e do engano
O mestre da ilusão e do dano
Seu coração, um poço sem fundo
Onde a esperança é tragada pelo abismo profundo
Mas ainda assim, ele é um ser de beleza
Um anjo caído, com uma história de tristeza
Sua queda, um conto de orgulho e ambição
Um reflexo da fraqueza humana, em sua obsessão
Ele é o espelho da alma humana
Um reflexo do que há de pior e de melhor
Um lembrete de que a escolha é nossa
Entre o bem e o mal, a decisão é nossa
E quando a noite cai, e a escuridão se espelha
E o medo se ergue, como uma sombra na parede
Luvai, o Diabo, o príncipe das trevas
E lembra-se de que a escolha é sua, e a decisão é sua.
Nenhum comentário:
Postar um comentário